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A presidente Dilma matou o meu filho

Deixe-me explicar.

No dia 6 de agosto de 2013, seria votado o Projeto de Lei PL 7672/2010 (http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=483933), da autoria do Poder Executivo. Vamos deixar de lado a questão por que o Poder Executivo está criando leis (isto não é o dever do Poder Legislativo?). Vamos direto para o assunto: esta Lei teria como consequência a morte do meu filho.

Quando meu filho primogênito era bem pequeno (hoje ele tem quase 18 anos), eu ensinei a ele que a obediência traz alegria, mas a desobediência dói. Ele foi criado desde pequeno para obedecer imediatamente e alegremente. A Bíblia ensina algo que o nosso governo atual não quer reconhecer: que a criança, por natureza, quer seguir a sua própria vontade, e não a vontade das autoridades devidamente constituídas por Deus sobre ela. Para corrigir esta tendência perigosa, é necessário, às vezes, aplicar uma disciplina que dói. Só assim, a criança aprende que a desobediência às autoridades não é uma coisa boa. Que não vale a pena.

Conforme o ensino da Palavra de Deus, eu corrigi meu filho, fazendo uso, entre outras coisas, de disciplina corporal. Ele aprendeu a obedecer imediatamente quando recebia uma instrução do seu pai ou da sua mãe. Isto funcionou muito bem: nós tomamos cuidado de dar pouquíssimas instruções ao nosso filho, deixando-o com bastante liberdade, mas, quando dávamos uma instrução, era para ele obedecer.

Assim meu filho passou os primeiros três anos da sua vida. Vivíamos numa pequena vila um pouco afastada da grande cidade. Ele tinha um grande quintal para brincar, e não conhecia os perigos de uma grande cidade. Quando, portanto, de repente, mudamo-nos para Recife, ele não estava preparado para a vida urbana. Para esta criança de três anos, não seria perigoso correr todo canto; porém, nas ruas de Recife, a situação de fato era bem diferente.

Alguns dias depois da nossa chegada, estávamos na calçada em frente do nosso prédio em Boa Viagem. Meu pequeno filho inventou de correr para a rua. O sinal tinha acabado de abrir, e alguns carros vinham com grande velocidade na direção dele. Por estar de costas aos carros, ele não viu o perigo. Ele estava longe demais para eu correr e o alcançar em tempo. Em alguns segundos, ele iria morrer.

“Chaim! Stop!”, eu gritei.

Ele parou. No instante. Sem hesitação.

Três anos de disciplina firme e amorosa salvaram a vida do meu filhinho. As pequenas dores, quando a pele dele ardia por causa da palmada, foram usadas por Deus para poupá-lo de uma morte horrível pelo atropelamento.

Se a presidente Dilma estivesse governando sobre nós durante aqueles três anos, eu teria sido um criminoso por ter aplicado esta disciplina firme, amável e bíblica.

Ou, se eu tivesse sido um súdito obediente, o meu filho estaria morto hoje.

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