Educação dos Filhos - Percebendo o Perigo (parte 1)

Educação dos Filhos – Percebendo o Perigo (1)

No artigo anterior estivemos observando o perigo dos pais dividirem a educação dos filhos, responsabilizando-se apenas por uma parte dela. Conforme observamos à luz das Escrituras, das confissões reformadas e do voto que os pais fizeram no batismo de seus filhos, é responsabilidade deles prover para seus filhos uma educação que seja de acordo com a Palavra de Deus e que redunde na glória dEle.Agora, entendendo essa responsabilidade dos pais para com os filhos da aliança, precisamos nos perguntar: Que tipo de educação nossos filhos estão recebendo? Eles estão recebendo uma educação cristã? Estão aprendendo a verdade? Estão recebendo influência de pessoas piedosas? A resposta, infelizmente, quase sempre é não.

E como não existe educação neutra, na verdade, quando os pais entregam seus filhos à educação pública ou privada, estão expondo-os a uma série de perigos. É como se estivessem colocando crianças cegas para brincarem à beira de um precipício. Mas a razão disso em muitos casos é que os próprios pais também são cegos e não podem ver o perigo, só se dando conta depois de seus filhos caírem nesse precipício.

Os perigos a que nossos filhos são expostos nas escolas públicas e privadas, e em muitos casos até naquelas que se dizem cristãs, são reais e produzem efeitos terríveis e duradouros. A amplitude desses perigos é tão grande que posso aqui somente introduzi-los, na esperança de que os pais despertem e lutem por uma educação verdadeiramente cristã para seus filhos:

O perigo da filosofia educacional

A filosofia adotada tanto pelas escolas públicas como privadas é uma filosofia humanista, ou seja, não tem Deus como centro, mas o homem. Alguns dos pressupostos dessa filosofia educacional humanista são:

* Relativismo – os alunos aprendem que a verdade e a moral são relativas. O que é verdadeiro ou moralmente certo para um, não é para o outro. Isso é ensinado desde os primeiros anos. Um exemplo disso é quando se aborda as diferenças culturais de um país para outro, mesmo que essas diferenças tenham cunho moral, muitos professores dizem: “Estão vendo, o que é certo num lugar é errado no outro”.

* Pragmatismo – os alunos aprendem que os fins justificam os meios. Tal conceito é ensinado, por exemplo, por meio de histórias, ou quando se vai interpretar a História.

* Pluralismo – os alunos aprendem a tolerância a qualquer custo. Isso é ensinado de maneira sutil, partindo do que é correto para o que se quer que seja aceito como correto.

* Hedonismo – os alunos são ensinados de que o supremo propósito da vida humana é o prazer. As crianças são ensinadas, por exemplo, a estudar para terem um bom emprego, a fim de terem um bom salário, de modo que possam desfrutar dos prazeres da vida.

* Liberalismo – os alunos são ensinados que não há limites para a liberdade.

Esses conceitos do pós-modernismo, que entram em contraste com o ensino das Escrituras, são também vinculados através de filmes, programas de tv, revistas, livros e outros meios, fazendo com que o educando seja bombardeado até submeter sua forma de pensar a estes conceitos. O problema é que em muitos casos os pais passaram pelo mesmo processo e nem sequer se deram conta de que tais conceitos contrariam o ensino da Palavra de Deus que ouvem semanalmente. E tão pouco se dão conta dos perigos de tais conceitos na educação de seus filhos.

Ainda relacionado a questão da filosofia educacional, há o problema do modelo pedagógico adotado no Brasil. O artigo 206 da Constituição de 1988, que aponta os princípios nos quais o ensino deve ser ministrado, menciona em seu inciso III, o “pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas…”. No entanto, na prática pedagógica em nosso país, temos uma ditadura pedagógica. O modelo educacional adotado há mais de três décadas, e que vem sendo ensinado intensivamente e quase que exclusivamente nos cursos, e que é amplamente adotado quase que pela totalidade das escolas públicas e privadas, com pouquíssimas exceções, é o construtivismo, defendido por educadores como Jean Piaget (1896-1980), Paulo Freire (1921-1997), entre outros.

Segundo Solano Portela em seu excelente artigo Uma avaliação teológica preliminar de Jean Piaget e do Construtivismo:

“O construtivismo é a filosofia atual de maior alcance, abrangência ou influência na sociedade brasileira. Essa afirmação ousada é respaldada pela constatação da sua aceitação praticamente universal pelas escolas de primeiro grau, tanto as seculares como as chamadas evangélicas. Portanto, a indiferença não é uma postura possível às pessoas conscientes. Você pode nunca ter ouvido o termo; você pode não ter o mínimo interesse em filosofia educacional; você pode não ter familiaridade com os nomes dos principais proponentes dessa corrente, mas são altíssimas as possibilidades de que o construtivismo já influenciou ou vai influenciar a sua vida. Se você tem filhos em idade escolar, há mais de 90% de probabilidade de que estão sendo orientados com uma visão educacional construtivista.” 1

O construtivismo, partindo do pressuposto de que não existe verdade absoluta, defende que cada criança deve construir seu conhecimento e, consequentemente, sua verdade. Isso pode ser ilustrado na experiência que minha esposa teve em uma escola pública. A professora pediu aos pais para que não corrigissem os erros ortográficos de seus filhos. Então se a criança escrevesse “caza”, os pais não deveriam corrigir por “casa”, pois, segundo a professora disse, a verdade dos pais é uma e a da criança é outra. Outro exemplo bem comum é nas rodas em sala de aula, quando os alunos vão “compartilhar conhecimento”, cada uma expõe sua opinião pessoal, as quais muitas vezes são completamente antagônicas, e o professor no final diz que todos estão certos. Isso ocorre porque para o construtivismo não existe conhecimento objetivo.

Portanto, no construtivismo o professor não é visto como o transmissor de conhecimento objetivo, nem tão pouco como alguém a exercer autoridade sobre o aluno, mas apenas como um facilitador que se coloca ao lado do aluno e o guia em suas descobertas, em sua construção do conhecimento. Tal modelo pedagógico é extramamente perigoso pois contraria o ensino das Escrituras, na qual o conhecimento é visto não como algo a ser construído, mas sim a ser transmitido e desvendado 2.

A influência de tal modelo pedagógico se faz sentir também nas igrejas. Onde a pregação, como sendo a Palavra autoritativa de Deus, é substituída por um modelo onde o pregador está apenas expondo sua opinião que a congregação pode aceitar ou não. Podemos notar um reflexo dessa filosofia educacional relativista quando apresentamos uma verdade objetiva da Palavra de Deus e alguém responde: “mas esta é a sua interpretação”.

Os pais precisam estar cientes de que não existe educação sem filosofia educacional, e não existe filosofia educacional neutra. Ou a filosofia educacional é de acordo com a Palavra de Deus e procura Sua glória, ou é uma filosofia humanista, contrária à Palavra de Deus, anti-cristã e feita para glorificar o homem.

Mesmo em escolas cristãs os pais precisam atentar para a questão da filosofia educacional adotada. Assim como não adianta lavar uma porca e colocar jóias em sua orelha, não adianta pegar uma filosofia educacional humanista e revesti-la com roupagem cristã. Uma escola cristã não é simplesmente aquela que é dirigida por pessoas cristãs e na qual há ensino da Bíblia. Uma escola cristã é uma escola que tem uma filosofia educacional verdadeiramente cristã. Neste caso não são só os adereços, mas a própria natureza da escola é cristã. Sendo a filosofia educacional da escola verdadeiramente cristã, tudo o mais estará em consonância com essa filosofia: direção, professores, disciplina, conteúdo, métodos e etc.

É preciso cuidado pois, como alerta Solano Portela, muitas escolas e professores cristãos se rendem ao construtivismo como se estivessem frente a uma forma de revelação divina, absoluta e inquestionável, não percebendo a contradição entre o que a escritura diz e o que o construtivismo diz a respeito da constituição moral e psicológica do ser humano. E como observa o referido autor:

“Os professores cristãos foram submetidos a um martelar contínuo de que as idéias do construtivismo se constituem na última palavra pedagógica e na única abordagem moderna admissível no ensino. Por essa razão, na melhor das hipóteses, ouvimos apenas as seguintes críticas: ‘O problema não está no construtivismo, mas na aplicação errada dos seus métodos. Somos construtivistas, mas mantemos a abordagem cristã no ensino’. Tais declarações evidenciam falta de discernimento de que existem incompatibilidades de premissas filosóficas e que o construtivismo, como já temos demonstrado, não consiste apenas em um método alternativo de educação ou de administração escolar, mas em uma filosofia niilista real.” 3

À luz desse perigo é muito importante que os pais saibam qual a filosofia educacional a qual seus filhos estão submetidos. Uma sugestão quanto a isso é que os pais solicitem uma cópia da proposta pedagógica da escola.

O cuidado se faz necessário pois expor nossos filhos a uma filosofia anti-cristã terá sobre suas mentes um resultado terrível. Eles passarão a pensar da mesma forma do mundo. O resultado disso será afastamento da igreja ou uma dicotomia entre a fé que professam e sua maneira de pensar e agir. O que, aliás, já se pode constatar em muitos casos.

O perigo do conteúdo

Com isso me refiro àquilo que nossos filhos encontram nos livros e ao que os professores falam em sala de aula. Há distorções e mentiras em muitos dos livros nos quais nossos filhos estudam. Por exemplo:

* Nos livros de ciência – as crianças e adolescentes podem ler sobre a existência do mundo a partir de uma perspectiva evolucionista, e a natureza é chamada de Mãe. Deus é excluído, como se Ele fosse apenas uma idéia religiosa que nada tem a ver com a realidade. Como resultado disso, até o cuidado com a natureza é visto a partir do interesse do homem e não da glória de Deus.

* Nos livros de história – nossos filhos aprendem, mais uma vez, que o homem veio do macaco. A História é vista simplesmente como uma série de eventos que se repetem. Não se fala do fim da história e ela é vista simplesmente como o registro das ações dos homens, sendo ignorada a soberania de Deus. Em muitos casos, informações deturpadas são transmitidas a nossos filhos, como por exemplo, quando tratam da Reforma Protestante, de Calvino e etc.

* Nos livros de geografia – podemos notar uma maior ênfase na geografia humana do que na física e isso se dá por razões ideológicas (capitalismo e socialismo) 4.

Mais uma vez os pais devem lembrar que os livros não são neutros. Os escritores e os professores querem levar seus filhos a pensarem de uma determinada maneira.

Também podemos notar nos livros e nas aulas uma substituição de conteúdos objetivos por outros temas, muitos dos quais só deveriam ser abordados no contexto da família. A escola prefere falar de: ecologia, aquecimento global, educação sexual, homossexualidade, aborto e outros assuntos. Muitas vezes ocupando uma grande parte do tempo com esses assuntos. O resultado disso é que geralmente não se consegue terminar os livros, ficando uma boa parte do conteúdo sem ser ensinado. Além disso, muitas vezes o nível do conteúdo é dado de acordo com os alunos que não querem estudar. Se ensina pouca coisa para que todos possam passar de ano.

O resultado final são alunos que sabem pouco sobre pouca coisa, com exceções àqueles que gostam de ler e acabam aprendendo sozinhos. Isso faz com que nossos filhos estejam enfraquecidos intelectualmente para o exercício da vocação para a qual foram chamados. Isso no mínimo neutraliza uma atuação que glorifique a Deus.

O perigo das ideologias

A ideologia de maior influência na cultura brasileira é o marxismo. Preciso ressaltar que não me refiro aqui simplesmente a um modelo econômico, mas a um modelo cultural, a partir das idéias do filósofo marxista Antônio Gramsci. O marxismo tem procurado se instalar não por meio de uma revolução armada, mas por meio de uma transformação cultural. Depois da Revolução de 1964, quando os marxistas foram impedidos pelos militares de assumir o poder em nosso país, buscou-se outra via para implementar o socialismo, a via cultural. De modo que estamos agora passando por este processo de mudança cultural no qual as bases da moral cristã são atacadas a fim de se construir novas bases. É preciso notar que não é uma coincidência que partidos socialistas — e basicamente todos o são —, estejam encabeçando a regulementação da união homossexual, a chamada lei contra a homofobia, e a liberação do aborto.

E a partir de onde essa mudança cultural é implantada? A partir da escola. Os livros didáticos e o conteúdo das aulas de muitos professores (especialmente no 2º grau), são verdadeiras apologias ao marxismo 5. Nossos adolescentes aprendem a odiar os EUA como vilão de todo mal no mundo, aprendem que países como Cuba e China são verdadeiros paraísos e a idolatrar personagens que nada tem a ver com nossa história, como por exemplo Che Guevara, que aparece em camisetas e bandeiras de torcidas como se fosse um ícone nacional.

Os pais precisam saber que como se deseja que tal ideologia se instale definitivamente na cultura brasileira, ela é diluída no conteúdo escolar de maneira proposital por uns e de maneira ingênua por outros. Deste modo, nossos filhos são submetidos a concepções ideológicas contrárias à Palavra de Deus. O marxismo é uma ideologia materialista, na qual Deus está excluído. O marxismo é uma violação do Oitavo Mandamento. 6

O resultado disso na educação de seus filhos é que eles se tornam mais suscetíveis a se envolverem com movimentos políticos e sociais que não tem nada a ver com o evangelho de Cristo, correndo o risco de excluírem Deus de suas vidas.

Como pais cristãos devemos lembrar que assim como não devemos apoiar partidos e movimentos que conspiram contra a Palavra de Cristo, não devemos permitir que nossos filhos sejam expostos às ideologias que inspiram tais partidos e movimentos.

O perigo moral

Uma filosofia educacional que rejeita a verdade e que consequentemente proclama um relativismo moral tende a gerar um padrão moral que não se coaduna com aquele estabelecido pela Palavra de Deus. O resultado é que quando colocamos nossos filhos em escolas não cristãs, estamos submetendo-os a um ambiente moralmente perigoso.

Nesse contexto, devemos lembrar que os colegas de classe de nossos filhos não andam no temor do Senhor, mas no caminho da estultícia. Esses colegas serão para nossos filhos uma fonte constante de tentação. Ainda que a situação quanto a esta questão seja pior em algumas regiões do país, especialmente nas capitais, a realidade é que a medida em que nossos filhos vão crescendo, mais e mais estão sujeitos a esse tipo de contaminação moral na escola. Os pais ensinam uma coisa, a igreja corrobora, e então vem a escola, onde passam uma boa parte de seu tempo, e destrói tudo o que foi construído pelos pais e pela igreja.

Esse perigo moral vem da escola como instituição (filosofia educacional) bem como de professores e colegas de nossos filhos. Estudando em um ambiente moralmente depravado, nossos filhos são submetidos aos seguintes perigos: conversas indecentes, uso de palavras torpes, aprender a namorar antes do tempo e com pessoas que não pertencem à aliança, sexo antes do casamento, pornografia, roubo, brigas, bullying 7 e drogas.

Quanto à questão sexual, em muitas escolas as crianças e adolescentes são expostos a aulas de educação sexual. Victor Gonçalves em seu artigo A educação sexual nas escolas, comenta:

“Há casos de escolas que, pensando estar fazendo algo de bom, adquiriram e distribuíram aos pais de seus alunos apostilas sobre “educação sexual” dirigida a crianças de 0 a 10 anos (isso mesmo, de zero a dez anos de idade!), com ilustrações de relações sexuais e onde se fazia apologia do homossexualismo, do sexo livre e da contracepção. Outras, pasmem, convidam palestrantes que elogiam a conduta daquele psicólogo que sedava seus pacientes adolescentes para se aproveitar deles; só criticam o método. Outras ainda trazem para seu ambiente palestras promovidas e pagas pelos laboratórios que produzem anticoncepcionais. Isso sem falar em professores pouco preparados que expõem o tema de forma constrangedora, em especial para as meninas. Todos esses não são teorias inventadas, mas são casos reais”. 8

Em muitas destas aulas, os alunos são convidados a irem à frente a fim de, utilizando orgãos genitais de borracha, aprenderem sobre o uso de preservativos e outros métodos de contracepção9. No final da aula os alunos recebem um kit com vários preservativos. Assim, pais que vinham pensando em tratar com seus filhos a respeito da educação sexual, esperando o tempo apropriado conforme a maturidade de seus filhos, vêem de braços cruzados o Estado ou a escola privada assumirem seu papel. Tenho conversado com muitos pais sobre esta questão e cada vez mais ouço dos pais que seus filhos de 11 e 12 anos foram submetidos a este tipo de aula. Então me pergunto: o que estamos esperando para reagir? Que os professores peçam aos nossos filhos que tenham experiências sexuais em sala de aula? 10

Além disso, muitas aulas e livros são usados para defender o homossexualismo. 11

O resultado é que nossos filhos são constantemente incentivados as relações sexuais fora do casamento, são incentivados à masturbação e outros pecados sexuais. Em muitos casos o ambiente escolar se tornou uma verdadeira Somoma e Gomorra.

O perigo da ineficácia

Um sistema contaminado por tudo isso se torna ineficiente. E esse é o caso em nosso país. Por isso, estamos em último lugar nos testes mundiais que medem a qualidade da educação. Sobre isto escreve o Dr. Luiz Carlos Faria da Silva:

“Este panorama dramático acaba sendo ratificado por testes no âmbito do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), uma iniciativa da Diretoria de Educação da OECD, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Nesses exames 55% dos nossos adolescentes de 15/16 anos apresentam desempenho em Leitura que se enquadram no nível 1 ou abaixo de 1, na escala de competência – correspondente a alunos não habilitados nem mesmo para encontrar uma informação básica um texto escrito” 12

É verdade que o sistema educacional brasileiro cresceu, temos mais crianças, mas é só quantidade sem qualidade, e isso em educação não ajuda muito. Podemos comparar a educação no Brasil com o tamanho de um Rio Amazonas, mas com a profundidade de uma xícara.

A escola tem a função de ajudar os pais a cumprirem sua responsabilidade de educar intelectualmente seus filhos, mas em muitos casos a escola não está cumprindo seu papel. Com isso nossos filhos estão perdendo um tempo precioso de suas vidas, deixando de desenvolver plenamente sua capacidade, em muitos casos se tornando preguiçosos para os estudos e leituras, pensando na educação como um fardo para se obeter um diploma. Uma educação ineficiente não glorifica a Deus.

À luz de tudo isso, do perigo que nossos filhos correm em escolas públicas e particulares em nosso país, e à luz de nossa responsabilidade bíblica e confessional, e do voto que fizemos diante de Deus e do Seu povo quando nossos filhos foram batizados, surge a pergunta: O que devemos fazer?

Espero dar minha contribuição aos pais neste sentido em meu próximo artigo.

Pr. Elienai B. Batista serve a Igreja Reformada em Cabo Frio RJ, como Ministro da Palavra e dos Sacramentos. É esposo de Maralice e pai de Israel, Joabe e Abner.

Notas:

1 PORTELA, Solano. Uma Avaliação Teológica Preliminar de Jean Piaget e do Construtivismo. Este artigo do pb. Solano Portela é uma leitura obrigatória para aqueles que querem entender os efeitos do construtivismo sobre seus filhos. O artigo está publicado no site: http://www.solanoportela.com.br

2 Ibid.

3 Ibid.

4 Para se ter uma idéia de como os livros didáticos são usados para doutrinação ideológica confira o artigo do advogado Miguel Nagig, Envenenando as almas das crianças, no site Mídia Sem Máscara: http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/92-envenenandoaalmadascriancas.html

5 Para saber mais sobre a utilização da educação como meio de doutrinação marxista, visite o site: http://www.escolasempartido.org/

6 Para entender mais sobre a incompatibilidade da fé cristã com o comunismo, confira o artigo do pr. Adriano Gama: Johannes Geerhardus Vos: Oitavo Mandamento versus Comunismo. O texto está disponível no site Bandeira da Graça: http://www.bandeiradagraca.org/2009/09/johannes-geerhardus-vos-oitavo.html

7

Bullying (lê-se bulingue) palavra de origem inglesa que descreve atitudes e comportamentos de abuso de poder de uma pessoa sobre outra, que sente que não tem possibilidade de se defender. Muitas vezes alunos que não querem estudar agridem os que querem.

8 GONÇALVES, Victor. Educação sexual nas escolas. Artigo publicado em: http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/artigo117.shtml

9 Confira o artigo do jornalista Reinaldo Azevedo, publicado no site da Revista Veja: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/protejam-suas-criancas-molestamento-estado/

10 Para conferir o conteúdo de certos livros e cartilhas que visam orientar os professores em suas aulas de educação sexual, veja o artigo: Programa de educação sexual. Ele foi escrito pelo Prof. Humberto e está disponível em: http://providafamilia.org/doc.php?doc=doc00267

11 UOL notícias em 05.06.2007 – São Paulo recebe peça infantil de temática gay que será encenada em escolas. No Brasil, a história de um gato que comia escondido por não gostar de peixe chegará aos palcos escolares a partir do segundo semestre. Baseada no livro “O Gato que Gostava de Cenoura”, de Rubem Alves, a peça está em produção pela ONG Grupo E-Jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados e deve ser encenada em escolas de Campinas (SP) e municípios próximos à cidade. O espetáculo é uma das diversas atividades que a organização realiza com o objetivo de combater a homofobia. Outros entre os vários títulos de literatura infantil nacional com temática homossexual são “O Menino que Brincava de Ser”, de Georgina da Costa Martins, e o recém-lançado “Cada Família É de um Jeito”, para crianças entre dois e cinco anos, em que Aline Abreu descreve lares construídos de diversas formas: com pai e mãe, com avós, com duas mães ou dois pais etc.

12 Confira as duas partes do excelente artigo do dr. Luiz Carlos Faria da Silva, intitulado: A situação alarmente da Educação no Brasil, no site Farol da Democracia Representativa: http://www.faroldademocracia.org/cadernof.asp

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